Pesquisar este blog

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Tendências do mercado digital para 2011

Em todo o mundo, o novo negócio da impressão tem se baseado na sofisticação de produtos e serviços com tecnologia digital, ampliando as potencialidades de um segmento que até recentemente era totalmente orientado à tecnologia offset. Atualmente, tanto a indústria gráfica quanto o mercado corporativo estão muito atentos às enormes oportunidades de negócio ligadas à comunicação dirigida e ao marketing de relacionamento, o que impulsiona a demanda pela tecnologia digital.

Segundo especialistas do setor,desde 2007, o crescimento no mercado de impressão foi de cerca de 45%, entretanto, para que as empresas continuem competitivas, fatores como prazos de entrega, impressão em mais cores, e-commerce, integração tecnológica, solução de impressão, entre outras, são determinantes.

Estima-se que mais de 80% de todos os trabalhos recebidos por uma gráfica sejam de tiragens inferiores a 5.000 impressos. Nesse volume, as tecnologias de impressão digital apresentam preços altamente competitivos comparados ao offset. A redução no processo e tempos de produção resulta em entrega quase imediata e a qualidade percebida de impressão é vista como muito boa, respeitadas as características técnicas de cada processo, a qualidade atende plenamente suas expectativas

Ainda falando de tecnologia digital e mundo virtual, a digitalnews de janeiro trouxe um Estudo da Millward Brown em parceria com a Dynamic Logic que analisou as seguintes tendências para o mercado digital este ano:


1. Marcas nas redes sociais
A internet continuará dividida entre web (aberta) e redes sociais (fechadas). Cada vez mais, as marcas vão marcar presença com aplicativos próprios em plataformas específicas público e estratégias de integração já começaram a ser discutidas.

2. Compras online 
Continuarão crescendo, apesar do medo com informações pessoais e bancárias. Serviços de compras coletivas – Click on, Wego, Groupalia, Groupon – continuarão se expandindo para outros países além de EUA e China. Novos modelos de e-commerce, como transação direta, leilão reverso e leilão holandês também começam a crescer.

3. Interatividade
Formatos interativos de publicidade vão dominar até os meios físicos. A ideia é replicar a experiência do site, por exemplo: papéis de parede com background que ampliam o impacto de banners, ou expansão da imagem mostrando vídeos e ainda integração de banners com campanhas em mídias sociais. O Google já previu que 75% de toda a publicidade na internet será social em torno de 201.

4. Viral 
O viral deixou de ser considerado algo extra e “legal de se ter”, agora é parte chave da estratégia de comunicação. Compartilhar ideias é o grande diferencial desta geração e nenhuma marca poderá ignorar o poder da divulgação boca a boca ou click a click.




É isso aí, editor....quem esteve apenas pensando nesses temas, já é hora de arregaçar as mangas e colocar a mão na massa, ou melhor, no mouse e entrar de vez no mercado digital.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Banca de Jornal Digital

O google abordou vários editores sobre a criação de uma banca de jornais digital, como forma de as empresas venderem versões de suas publicações criadas para  Tablets e Smartphones. No mês passado a Google começou a vender livros digitais através de uma loja virtual entrando no mercado da Amazon.com. Enquanto isso, a Aplle parece estar preparando várias alterações para sua loja do iTunes. O futuro é hoje.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

O melhor de dois mundos - livro e gastronomia

Entre provas,negociação de projetos, processos de seleção, editais de concurso e experimentos culinários para relaxar...ontem, enfim, assisti Julie & Julia. Uma aula perfeita de escrita interativa, edição 2.0, captação e agenciamento literário.Entretanto, juro que fiquei com vontade de largar o mercado editorial e mergulhar de vez na gastronomia (rs). Quem ainda não viu, veja!

http://www.youtube.com/watch?v=OBc5n9lwDgM

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Conferência: O dinheiro e as letras – História do capitalismo editorial

Imperdível! O professorJean-Yves Mollierda Université de Versailles Saint-Quentin-en-Yvelines, responsável pelo Pólo Livro, Edição, Leitura do Centre d’histoire culturelle des sociétés contemporainesvem ao Brasil para uma série de encontros no Rio, São Paulo e Curitiba, para lançamento de seu novo livro O dinheiro e as letras – História do capitalismo editorial (Edição Edusp).



Rio de Janeiro:
Data: 10/8/10 |terça-feira
Horário: 10h30m
Local: Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) - Auditório 91 – 9º andar
Rua São Francisco Xavier, 524 - Pavilhão João Lyra Filho

São Paulo:
Data: 12/8/10 |quinta-feira
Horário: 10horas
Local: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas – Auditório Ferdinand Braudel – USP
Cidade Universitária
*
Curitiba:
Data: 13/8/10 | sexta-feira
Horário: 14horas
Local: Universidade Tuiuti do Paraná (UTP) - Curitiba - Sala 2, Bloco C
Programa de Pós Graduação em Comunicação e Linguagens

Entrada franca. Vagas limitadas.

Para mais informações sobre o Jean-Yves Mollier, veja em:

sexta-feira, 28 de maio de 2010

“Não é assim, meu amor...”

(Carlos Eduardo)

A série de palestras promovida pela Cátedra da PUC no âmbito do curso “A Produção do Livro” atingiu seu ápice – até o presente momento – com a presença de três representantes do mercado editorial no último dia 06 de maio.

Com bom humor e uma certa intimidade, o jornalista e autor Domingos Meirelles, a revisora Fátima Barbosa e a designer e artista plástica Sandra Pinta expuseram certos meandros do mercado; principalmente no que tange à criação do livro como produto.
“Cuidado” parece ser a palavra de ordem na exposição de Meirelles em relação ao processo de criação de um livro; do “descobrimento” do tema às demais manipulações da obra, passando por obstáculos ou boas surpresas, tais como a cadência de cada capítulo, a via crucis da pesquisa, e os desdobramentos da escolha da capa. Mesmo com boas tiragens de seus dois livros – “A Noite das Grandes Fogueiras” e “1930” –, o próprio autor argumenta que aqueles palestrantes são “profissionais que fogem da média”.
Em tom apaixonado, Fátima Barbosa concorda com o aspecto traiçoeiro do mercado editorial, e enfatiza que a árdua “carpintaria” do texto trabalhada na função do revisor não raro é mal entendida tanto pelo público quanto por profissionais do meio.
Sandra Pinta, por sua vez, destaca o exercício de adequação, sedução e emoção, além da busca de um conceito (“50% do trabalho”, segundo ela) para a capa. Nem sempre a parte técnica corresponde ao gosto pessoal.
A julgar pelo agradável debate entre as partes, o mercado editorial ainda tem lá suas armadilhas.